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Comunicação

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Sinduscon-PE promove o VII Seminário de Construção Sustentável

Na corrida pelas soluções sustentáveis

Um ano após a entrada em vigor da NBR 15.575, conhecida como Norma de Desempenho, o setor da construção civil se reunirá nesta quarta-feira, 12 de novembro, em torno do VII Seminário Pernambucano de Construção Sustentável, promovido pelo Sinduscon-PE, no seu auditório, das 8h30 às 18h.


Nesta nova edição, serão apresentados e avaliados exemplos de implantação da Norma, debatidos os entraves encontrados e expostas soluções. Nesse sentido, especialistas convidados pelo Sinduscon-PE abordarão pontos específicos da NBR e traçarão suas interfaces com a questão da sustentabilidade, que são muitas.

A programação do VII Seminário é composta por oito palestras que se distribuirão em torno de cinco temas: “Projetos de Edificações Sustentáveis”, “Acústica nas edificações”, “Vedações Verticais”, “Requisitos Ambientais” e “Importância da Aplicação do Manual do Proprietário”.


Entre os palestrantes, destacam-se o engenheiro naval Newton Figueiredo, fundador e presidente do Grupo Sustentax, sediado em São Paulo, que atua em negócios sustentáveis nos setores de energia, imobiliário e financeiro, e a arquiteta Cândida Maciel, integrante da Comissão de Materiais e Tecnologia da CBIC - COMAT, sediada em Brasília. Enquanto o primeiro apresentará casos de investimentos em edificações sustentáveis, a segunda falará sobre acústica nas edificações.


Outro momento de destaque ocorrerá durante as palestras do tema “Importância da Aplicação do Manual do Proprietário”. É que serão distribuídos exemplares de um guia de elaboração de manuais do proprietário adequado ao que determina a Norma de Desempenho. O guia, reimpresso pelo Sinduscon-PE, foi elaborado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção – CBIC.

O público, composto por engenheiros, arquitetos, técnicos em edificações, estudantes, professores universitários e representantes de órgãos públicos encontrarão, durante o evento, espaço para trocar opiniões, conhecer casos bem sucedidos, tirar dúvidas para enfim planejar seus próximos passos com eficiência e competência. As inscrições podem ser feitas no local do evento.






  • Informações:

    Data: 12 de novembro, das 8h30 às 18h.

    Evento: VII Seminário Pernambucano de Construção Sustentáveis

    Local: Auditório do Sinduscon-PE ( Rua Marques do Amorim,136, Boa Vista)

nome do evento

Construção tem encontro marcado

FICONS 2014

O Centro de Convenções de Pernambuco será mais uma vez sede da Feira Internacional de Materiais, Equipamentos e Serviços da Construção – Ficons, que este ano chega a sua décima edição. O evento está agendado para ocorrer entre os dias 16 e 20 de setembro, das 16h às 22h. Devem chamar a atenção dos cerca de 30 mil visitantes esperados o tamanho dos estandes, em sua maioria ilhas de 100m². Os mais de 200 expositores estarão distribuídos por todo o pavilhão de eventos, pelo mezanino e na área externa onde em anos anteriores foram expostos equipamentos e máquinas de grande porte, além de caminhões utilizados nos canteiros de obras. A Ficons-PE é promovida a cada dois anos pelo Sinduscon-PE e é a única feira de construção do país pertencente a uma entidade representativa do setor.

  • Informações:

    www.ficons.com.br

IX Ficons começa nesta terça-feira, 16

Release sobre a IX Feira Internacional de Materiais, Equipamentos e Serviços da Construção - FICONS

IX_FICONS_e_7_FINNC.pdf
  • Fontes:

    Sinduscon-PE

  • Assessoria de Comunicação:

    Gabriela Vasconcelos

A História de Uma Licitação

Em uma sociedade organizada, é preciso que seja montada a infraestrutura necessária para atender as necessidades das comunidades que a compõe. Dentro dessas necessidades, existem aquelas que são solucionadas através da iniciativa privada e outras que são responsabilidades do poder público.
Acontece que o poder público, no caso do Brasil, cujos representantes do Poder Executivo são eleitos pelo povo, tem a função de perceber e coordenar a execução de projetos como escolas, rodovias, rede de distribuição de água, rede de coleta de esgotos, entre outros.

A forma adotada por nossa legislação para colocar na prática as soluções idealizadas para solucionar as demandas colocadas pela sociedade é a realização de licitações. Licitações são concorrências abertas com o intuito de reunir propostas de diversas empresas para a realização do seu objetivo. Nessa fase, o órgão contratante descreve o que está precisando, informa em que tempo pretende que a obra esteja concluída e estipula um valor que está disposto a pagar por esse serviço com base em tabelas de preços. Tabelas essas elaboradas pelo setor públicos e vigentes na época da licitação.
Após o tempo pré-determinado para o envio das propostas, é escolhida a empresa a ser contratada. No caso da construção civil, serão avaliados entre os concorrentes itens como o orçamento total e o arcabouço técnico da construtora.

Contando assim essa história, parece que tudo sairá dentro do esperado, dos prazos esperados, do preço contratado. Mas a realidade não tem sido esta. Isso ocorre porque desde o seu início o processo não vem sendo desenvolvido de forma eficiente.
Para que isso ocorresse, seria necessário que o órgão contratante, no momento da licitação, já disponibilizasse para os concorrentes um projeto bem feito e detalhado. Que as tabelas de preços estivessem em consonância com a realidade do mercado. E que os cronogramas de pagamento fossem respeitados para que os construtores, por sua vez, pudessem honrar com os compromissos assumidos perante seus funcionários e fornecedores.

Isso não vem acontecendo e na maioria das vezes não fica claro para a sociedade onde está o erro. A imagem negativa recai, em primeiro lugar, sobre as construtoras. Para reverter esse quadro, o Sinduscon-PE vem pleiteando junto aos órgãos contratantes mais compromisso na contratação dos projetos que originam os elementos da licitação, na atualização nas tabelas além de mais investimentos na contratação de um corpo técnico de engenheiros capacitados para desenvolver os projetos com os detalhes e estudos necessários para a elaboração de um orçamento mais assertivo e a definição de um cronograma de obras viável e exequível.

Se essa fosse a realidade e todos executassem seus devidos papéis, não haveria problemas como obras paradas ou acusações de superfaturamento. A fiscalização de todas as partes envolvidas tem um papel indispensável para a manutenção de um cenário pautado pela correção e previsibilidade na execução das obras.
A começar pela questão do superfaturamento. Ora, se as obras são licitadas com preços calcados nas tabelas estipuladas pelos próprios contratantes, como é possível que se feche um contrato superfaturado? A sugestão do setor ao Governo do estado, por exemplo, é que seja feita uma tabela de preços única para ser seguida pelas suas secretarias e autarquias. 
O cidadão comum poderia ainda apontar os famosos “aditivos” como uma forma de superfaturamento. Mas os mesmos são um instrumento legal com o objetivo de remunerar determinado serviço que não havia sido previsto pelo projeto de execução da obra ou por quantidades amaior ou amenor dos serviços previstos no contrato, documento no qual os orçamentos da construtora havia sido baseado por ocasião da licitação da obra. E como há tabelas de preços a serem seguidas contratualmente, para cada tipo de serviço, há um valor já estipulado. Apenas em casos não expressados nas tabelas adotadas é que a construtora deve então preparar uma composição de custos para justificar o valor pleiteado

Prevendo essas situações, a legislação brasileira permite que o valor contratado de uma obra seja majorado em até 25%. Tal prerrogativa é para permitir que se faça os ajustes necessário para conclusão da obra e não para haver beneficiários. A conclusão de uma obra esta diretamente ligada a projetos bem elaborados e definidos e não o que vem ocorrendo que uma obra de R$ 5 bilhões passe a custar R$ 10 bilhões.
A saída para todo esse imbróglio está posta de forma clara e objetiva. Basta que os órgãos contratantes deem esse passo. E que os construtores percebam a armadilha em que cairão com a participação em licitações de projetos mal elaborados, licitações essas conduzidas muitas vezes por órgãos que já não tem uma boa tradição em honrar os compromissos assumidos.

  • Fontes:

    Sinduscon-PE
    Diretoria de Obras Públicas

PRESIDENTE EM EXERCÍCIO, MICHEL TEMER PROPÕE A CRIAÇÃO DE FÓRUM PERMANENTE PARA DIALOGAR COM A CONSTRUÇÃO CIVIL


Pernambuco também se fez presente durante o “Encontro com a Construção Civil – Unindo forças para construir o futuro do Brasil”, que reuniu, no Palácio do Planalto, com o presidente em exercício Michel Temer, mais de 800 representantes de todos os segmentos do ciclo produtivo do setor, vindos dos 27 Estados brasileiros. Da comitiva pernambucana participaram presidentes e membros das diretorias do Sinduscon-PE e da Ademi-PE.
Durante o encontro, o presidente Temer propôs a criação de um fórum permanente de diálogo entre a Presidência da República e representantes da construção civil. O grupo a ser criado estará reunido a cada 45 dias, no gabinete do Palácio, para avaliar o andamento das ações do destinadas ao setor. “Não há prosperidade sem a construção civil”, afirmou Temer.
Porta-voz do setor, representando também as entidades dos demais segmentos da indústria, o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, manifestou apoio de empresários e trabalhadores ao governo Temer e às medidas propostas para o Brasil recuperar a credibilidade e restabelecer um ambiente de normalidade no País. “A construção civil apoiará tudo o que favoreça a construção de um país melhor”, destacou Martins.
O apoio também veio da classe laboral. “Os trabalhadores entendem que a partir de setembro será um governo que todos esperam”, mencionou o deputado estadual Antônio Ramalho (PSDB/SP). Ramalho destacou que o investimento no setor da construção pode resolver parte do problema nacional e reafirmou a necessidade de uma agenda com o setor para desenvolver o país.
Também participaram do encontro os ministros das Cidades, Bruno Araújo; do Trabalho e Previdência Social, Ronaldo Nogueira; do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo de Oliveira; o presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, entre outras autoridades e parlamentares, além de representantes da cadeia produtiva, mencionados no discurso do presidente da CBIC. Dentre eles, Cláudio Elias Conz, presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de construção (Anamaco); José Roberto Bernasconi, presidente do Sindicato da Arquitetura e da Engenharia (Sinaenco), e Walter Cover, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).

Governo anuncia medidas para o setor da durante encontro com a cadeia produtiva da construção civil

Em resposta à proposta da cadeia produtiva do setor da construção de unir forças para reanimar a economia nacional, o governo federal anunciou nesta quinta-feira (11/08) a contratação de 40 mil unidades populares da faixa 1,5 do Programa Minha Casa Minha Vida. O programa vai atender famílias com renda de até R$ 2.350,00, com subsídio de até R$ 45 mil. Para essa faixa, estão destinados recursos da ordem de R$ 3,8 bilhões. O anuncio foi feito pelo ministro das Cidades, Bruno Araújo, durante o “Encontro com a Construção Civil – Unindo forças para construir o futuro do Brasil”, no Palácio do Planalto, em Brasília.
A faixa 1 do MCMV ganha prioridade, segundo Bruno Araújo. Além das 4.232 unidades que já foram contratadas, a pasta vai retomar outras 10.609 unidades habitacionais do faixa 1 que estavam paralisadas. O compromisso, objetivo, segundo o ministro Bruno Araújo 35 mil unidades e compromisso de zerar esse histórico de 10 meses.
Reforçando a importância do compromisso de credibilidade com os parceiros do setor da construção, o ministro destacou que nos últimos 90 dias, o governo Temer arrumou a casa e priorizou a regularidade dos pagamentos. Segundo Araújo, tanto no MCVM quanto no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Ministério das Cidades não deve um único Real aos parceiros que constroem habitação popular no País e nem um único centímetro de medição de obras do PAC.
Além disso, o ministro também anunciou que, em conjunto com o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, para 2017 o orçamento da habitação vai ganhar investimento de R$ 7 bilhões de recursos do FGTS para novas contratações, fixando como meta a contratação de 600 mil unidades. Informou também que, por determinação do governo, têm prioridade de acesso ao programa MCMV as família que tenham crianças com microcefalia.

  • Fontes:

    CBIC