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Suape atualiza projeto para viabilizar ferrovia Transertaneja - Sinduscon PE

Suape atualiza projeto para viabilizar ferrovia Transertaneja

14/05/2022 - Fonte: Diário de Pernambuco - Política
Estatal vai investir R$ 5,27 milhões nos estudos para que o ramal da Transertaneja, vindo do interior do Piauí, chegue ao terminal portuário com cargas de minério

O processo para se viabilizar a construção da Transertaneja, ferrovia que ligará o interior do Piauí ao Porto de Suape, entra em uma nova etapa. Nos próximos dias, a administração do porto vai assinar a ordem de serviço para os estudos de adequação e atualização do projeto executivo do acesso ferroviário do atracadouro ao futuro ramal ferroviário. A Transertaneja é uma alternativa ao Ramal Suape da Tansnordestina, cuja empresa à frente das obras, ligada ao Grupo Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), anunciou no ano passado que não mais o concluiria.

Os estudos a serem realizados pelo consórcio das empresas TFP Engenharia e B & C Engenheiros Consultores Ltda, envolvem um trecho de 9,7 quilômetros entre o entroncamento da BR-101 com a Rota do Atlântico (PE-09) e a porção Leste da Ilha de Tatuoca, no Complexo Industrial Portuário de Suape. O consórcio venceu a licitação e terá 300 dias para realizar os estudos. Ao todo, o Complexo Industrial e Portuário de Suape investirá R$ 5,27 milhões no projeto executivo.

A conclusão do ramal ferroviário será feita pelo grupo Bemisa. Ele obteve a outorga em dezembro de 2021 após a Transnordestina Logística S.A. (TLSA), empresa do Grupo Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), anunciar que priorizaria apenas o término do ramal da Transnordestina que chegará ao Porto de Pecém, no Ceará. As obras assumidas pela Bemisa devem viabilizar a instalação de um terminal de minério na Ilha de Cocaia, para escoamento da produção de jazidas de Curral Novo (PI) a 703 quilômetros do porto. O empreendimento está previsto no Plano Diretor 2011 da estatal.

Segundo o diretor de Engenharia de Suape, Cláudio Valença, contratação dos estudos foi necessária para atualização do antigo projeto executivo, datado de 2014. “Nesse período, já foram identificadas erosões de solo em alguns trechos importantes do ramal. Além disso, será preciso readequar o traçado por causa da implantação de novas empresas nas proximidades do antigo ramal”, disse.



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