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Setor de Orçamentos divulga estudos sobre a Tabela Sinapi

Notícias O Construtor - 01 2017

Setor de Orçamentos divulga estudos sobre a Tabela Sinapi

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O setor de Orçamento do Sinduscon-PE vem acompanhando o processo de revisão da Tabela Sinapi com o objetivo de contribuir com melhorias e promover informações sobre os novos critérios de formatação desta tabela de referência. “Em junho de 2016, foi publicada a Lei 13.303 que dispõe sobre o estatuto jurídico da empresa pública, da sociedade de economia mista e de suas subsidiárias, no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. No seu artigo 31 sobre licitações e contratos, da mesma forma que o Decreto 7.983/2013, o Sinapi é indicado como a referência de custo para orçamentos de obras da construção civil. Esta determinação amplia ainda mais o escopo e a importância do Sinapi. (SINAPI Metodologias e Conceitos, Ago.18, p. 3)”, explica a engenheira Luciana Andrade, à frente do Setor. “Nesse contexto, ressaltamos a necessidade de estudarmos e entendermos esta tabela e suas considerações”, considera.

No intento de divulgar os resultados do trabalho desenvolvido pelo Sinduscon-PE, vem sendo publicado no newsletter semanal Sinduscon EmDia dicas rápidas para o uso das novas composições do Sinapi. Aqui, segue uma coletânea dessas informações.

O material de estudo e interação com a equipe do Sinapi também se encontra disponível no site do sindicato, com um campo específico de orientações para seu uso. A equipe de Orçamento está à disposição para sanar dúvidas sobre a utilização da tabela Sinapi.

Além das publicações, o Setor de Orçamento realiza uma reunião mensal, aberta aos associados, toda segunda quinta-feira do mês, no período da tarde, para análise de composições do Sinapi e debate sobre dúvidas, suges tões de melhorias , apresentação de questionamentos e divulgação dos conhecimentos adquiridos.

Cuidado que se deve ter com os insumos representados do SINAPI

“O setor de orçamento do Sinduscon-PE alerta quanto ao cuidado que se deve ter com os insumos
representados do Sinapi, ou seja, os insumos em que os custos não são coletados mensalmente pelo IBGE, mas
representados por outros insumos. Por exemplo, temos o CIMENTO PORTLAND COMPOSTO CP II-32 (SACO DE
50 KG), cujo preço é coletado mensalmente, porém, as demais variações do cimento (alto forno, branco) são
representados pelo CP II-32, com o custo calculado através do coeficiente de representatividade correspondente,
sendo 80% do preço coletado, supostamente.

Em análises realizadas no início deste ano, constatamos que as categorias betoneiro, serralheiro, azulejista,
telhadista e gesseiro, que são insumos representados pelo custo do pedreiro, não estavam compatíveis com a
Convenção Coletiva vigente na maior parte do Estado de Pernambuco. É com grande alegria que informamos que
o Sinapi deve rever a metodologia adotada, junto ao IBGE, na coleta de preços destes salários, diante das
solicitações que realizamos. Devendo estes custos serem revistos, porém, sem prazo, em função da
complexidade da ação.

Portanto, fica o alerta na identificação de incompatibilidades de custos dos insumos com a informação CR (preço
obtido por meio do coeficiente de representatividade) na origem de preço da tabela de insumos Sinapi.

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